BIOGRAFIA

Malvina desde muito cedo foi influenciada pelo piano clássico de sua mãe e pelas variadas canções que seu pai ouvia em casa e que iam desde as modas de viola a Roberto Carlos, Nelson Cavaquinho, Clara Nunes, Paulinho da Viola e por aí vai. Era corriqueiro vê-la pela casa cantarolando desde pequena e levando seu gosto pela música e pelo canto por onde fosse.

Aos seis anos de idade, na escola de música de sua mãe em Diamantina, a Arte Miúda, o contato com a música e seu apreço pelo piano foram ainda mais aguçados e, durante o tempo em que viveu na cidade esteve presente cantando e tocando piano em recitais, teatros e apresentações. Com doze anos gravou sua primeira faixa em um CD também da mesma escola, interpretando a música “Saudades de JK”, de Moacyr Franco. Houve aí o primeiro reconhecimento como intérprete.

Aos dezesseis anos se mudou para Belo Horizonte e iniciou os estudos formais na Fundação de Educação Artística onde permaneceu até os vinte três anos de idade. Estudou piano e canto contando sempre com as orientações da Berenice Menegale e tendo aulas com o professor de canto e técnica vocal Eladio Perez Gonzalez e a professora Valéria Val e, piano, com Sandra Elias Grabe. Participou de recitais e audições e, paralelo aos estudos, buscou participar de alguns projetos musicais.

Participa ainda hoje do Sambatronic em São Paulo, projeto de autoria do músico Beto Bianchi- SP- (Revista do Samba) e da poetisa Marcia David- SP- ao lado do Dj e produtor Ash Motta de BH. Neste projeto, até então virtual, que mistura samba com música eletrônica, foi possível dialogar com a música pop, bem arranjada e bem escrita. As canções foram lançadas virtualmente e, mesmo após a banda ter temporariamente pausado o projeto, as canções ainda alcançam grande número de pessoas fora do país. Como o samba também sempre foi um estilo com o qual Malvina se identificou, ao lado dos músicos Demian Dinelli e Samuel Braga, formaram o Sambatrio e nele fizeram releituras de samba e bossa nova.

Em janeiro de 2011 decidiu reunir parceiros e, em outubro do mesmo ano, fez a estreia do show Gota D’Água no teatro da Biblioteca Pública de BH. O repertório foi composto por canções de jovens compositores da nova cena musical e também por algumas releituras. A criação deste show e o repertório desenvolvido para ele levaram à gravação do seu primeiro EP. Com quatro faixas, incluindo uma vinheta de abertura, o EP conseguiu levar o trabalho da cantora, ainda muito recente, a lugares inesperados, recebendo retorno de pessoas do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, chegando ainda a ser tocado fora do país, Itália, Portugal e França.

Em 2012, Malvina gravou seu primeiro clipe da canção Manawê, de César Lacerda, em Diamantina. A faixa “Bué”, da cantora e compositora Sara Tavares, entrou para a trilha da marca cariosa Farm e ganhou um remix do compositor e produtor musical Lucas Arruda.

Em 2013 Malvina fez a estreia do show novo, Romã, já no intuito de aprimorar o repertório para gravação do seu primeiro CD.

O trabalho da cantora vem sendo recebido com elogios e Malvina tem sido apontada como uma das nossas grandes possibilidades no novo cenário da música brasileira.

Malvina was first influenced by the classical piano from her mother and also by her father who always listened to artists like Roberto Carlos, Nelson Cavaquinho, Clara Nunes and Paulinho da Viola. This was a strong influence in her career. Since childhood it was usual to see her singing her love for music.

At six years old she was singing and playing piano recitals in her home town, Diamantina. At twelve, the artist recorded her first track on a CD, playing the song "Missing JK", from Moacyr Franco. That was her first recognition as an interpreter.

At sixteen she moved to Belo Horizonte and began her formal studies at the “Fundação de Educação Artística” where she stayed for seven years, studying piano with Berenice Menegale and having lessons of vocal technique with Eladio Perez Gonzalez and Val Valeria.

Nowadays she is the singer of the Sambatronic group which blends samba with electronic music, always well arranged and well written. The songs were released virtually and even after the band had temporarily stopped the project, the songs still reach a large number of people outside the country.
In January 2011 she decided to gather partners and restart her career. The new beginning was with a concert called “Gota Dágua”. The repertoire consists of songs written by young composers and also by some reinterpretations.

The creation of this concert and the repertoire developed for it led to the recording of her first EP. With four tracks, the EP managed to take the work of the singer to unexpected places, getting feedback from people from Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, and from other countries like Italy, Portugal and France.

In 2012, Malvina recorded her first video clip. The chosen song was “Manawê” by Caesar Lacerda. The clip was filmed in Diamantina.
The track "Bue", from Sara Tavares, joined the playlist ‘’Radio Farm” and won a remix of the composer and music producer Lucas Arruda.
In 2013 Malvina made the debut of the new show, called “Pomegranate”.
The work of the singer has been received with praise and Malvina has been identified as one of our greatest possibilities in the new scenario of Brazilian music.